segunda-feira, março 23, 2009

Olha só.
De um modo geral, eu corro atrás daquilo que acho que vale apena. Isso é em todos os níveis.
Amizades, trabalhos, idéias...
Mas amizades tem o toque humano. O sujo toque do humano. Este dedo engordurado, do óleo que proteje a pele humana, e vai sujando tudo que toca (já reparou em cordinha de caixa de descarga. Imundo).
Amizades, por ter este toque,  esta interferência de não ser coisa, de se estar lidando com outro humano, e mais complicado. Correr atrás de uma idéia, po-la em prática, é uma coisa. Comprei a idéia, vou a luta para vende-la. Me é requerido um trabalho, se gosto, levo aquilo como uma missão a ser cumprida, digno de qualquer sentimento militar.
Mas aí vem a amizade.
Merda!
A droga do humano tá lá.
Com seus sentimentos, suas causas, suas razões.
É um jogo dificil. Se acho que vale apena, eu corro atrás.
Até o humano me convencer que não vale a pena. E no fim acabo descobrindo que amizade a gente não corre atrás.
Amizade não corre.

Nenhum comentário: